Sexualidade, Deficiência Física e Preconceito.

 

Falar sobre sexo e sexualidade sempre gera certo furor, não só por conta do tem, mas por tabus ou desinformações que permeiam tal assunto. Esse furor se torna infinitamente maior quando nos referimos à sexualidade da pessoa com deficiência.

 

Afinal, para grande parte da sociedade, pessoas com algum tipo de deficiência ainda são vistas como doentes (e doentes precisam de saúde e não de sexo) ou como pessoas menos capazes.

 

O tempo passou e as ideias e conceitos a esse respeito precisam evoluir, pois muitos ainda acreditam na ideia de que a pessoa com deficiência é um ser “assexuado”.

 

A sexualidade não é perdida por conta da deficiência, que isso fique bem claro!

 

Somos capazes de namorar, constituir família, dar e receber carinho e prazer! O que de fato muitos precisam é de, apenas, uma chance.

 

Sei que existem muitas dúvidas (falta de sensibilidade, dificuldade nos movimentos, uso de sondas, entre outros) que geram curiosidade e que acabam colaborando para hajam inseguranças e até certo medo de viver plenamente a sexualidade. Para estreitar laços, trocar ideias e compartilharmos experiências, a Revista Tendência Inclusiva criou esse espaço.

 

Espero que gostem, participem e aproveitem!

 

Paula Ferrari, fisioterapeuta, especialista em reabilitação neurológica e modelo da agência Kica de Castro. 

Sinta-se à vontade para participar de forma ativa desta coluna trazendo suas dúvidas. Elas serão respondidas na próxima publicação.

Caso não queira que seu nome apareça, coloque no corpo da mensagem "por favor, não publicar meu nome".

 

Aproveite, tire suas dúvidas e sugira pautas! Sua participação é importante para nós!

© Copyright Tendência Inclusiva  2014 / 2020